Coruche num só click...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Para apreciadores de automóveis e para os que estão convencidos que são grandes condutores...

http://video.kenblockracing.com/flash/small_player/preloader.swf?vendor_id=204&media_id=9183&bgcolor=FFFFFF&autoplay=

É só Clicar no link...e apreciar...

Fantástico...

Piadinha curta‏...

Um jovem casal recém casado vai viver para a sua casa nova.

O homem diz:

- Se quiseres viver comigo as minhas regras são:

1) Segundas e terças-feiras à noite vou tomar café com os meus amigos;
2) Quartas-feiras à noite vou ao cinema com o pessoal;
3) Quintas e sextas à noite: noite da cerveja com os colegas;
4) Sábados: pescaria com os amigos, regressando domingo de manhã;
5) E aos domingos deito cedo para descansar.

Se quer... Quer... Se não quer... Azar!

Então a mulher responde:

- Para mim só existe uma regra:

Aqui em casa há sexo todas as noites.

Quem está, está. Quem não está...Azar!!!!!!!

Descrição de ocorrências ...

Descrição de ocorrências nas participações de sinistro do ramo automóvel em 1998, consideradas as mais caricatas:
1. O falecido apareceu a correr e desapareceu debaixo do meu carro.
(das duas uma: ou era atleta ou mágico!)
2. Para evitar bater de frente no contentor do lixo, atropelei um peão.
(o importante é q não acertou no contentor do lixo!!!)
3. O acidente aconteceu quando a porta direita de um carro apareceu de esquina sem fazer sinal. (autêntico caso de Ficheiros Secretos)
4. A culpa do acidente não foi de ninguém,mas não teria acontecido se o outro condutor viesse com atenção.
(desde que a culpa não seja de ninguém...)
5. Aprendi a conduzir sem direcção assistida. Quando girei o volante no meu carro novo,dei comigo na direcção oposta e fora de mão!
(a culpa aqui também não é de ninguém,mas se o tivessem ensinado a conduzir com direcção assistida isso não teria acontecido!!!)
6. O peão bateu-me e foi para baixo do carro.
(malditos peões,só servem para destabilizar...só para chamarem a atenção... malditos arruaceiros!)
7. O peão não sabia para onde ia, então eu atropelei-o!
(ora lá está! Mais uma vez a tentarem destabilizar! Mas assim ao menos ficou o caso resolvido...hospital com ele!)
8. Vi um velho enrolado,de cara triste, quando ele caiu do tejadilho do meu carro.
(It's raining men...ALELUIA!!!)
9. Eu tinha a certeza que o velho não conseguia chegar ao outro lado da estrada, por isso atropelei-o.
(ora aí está! Tá feita a boa acção do dia)
10. Fui cuspido para fora do carro, quando ele saiu da estrada. Mais tarde fui encontrado numa vala por umas vacas perdidas.
(se as vacas estavam perdidas, ele foi achado ou perdido?!?)
11. Pensei que o meu vidro estava aberto, mas descobri que estava fechado quando pus a cabeça de fora.
(e assim que ele viu as vacas, estas ficaram achadas ou continuaram perdidas?!?)
12. Bati contra um carro parado que vinha em direcção contrária.
(ora aí está uma coisa perigosa! Esses são os piores.... todo o cuidado é pouco quando eles estão parados...sobretudo se vierem em direcção contrária!)
13. Saí do estacionamento, olhei para a cara da minha sogra e caí pela ribanceira abaixo.
(nova campanha da DGV: 'Se conduzir,não leve a sogra' )
14. O tipo andava aos ziguezagues de um lado para o outro da estrada. Tive que me desviar uma porção de vezes antes de o atropelar.
(mas o importante é que conseguiu ! Há que ir sempre tentando e ter orgulho na pontaria!)
15. Já conduzia há 40 anos, quando adormeci ao volante e sofri o acidente.( é perfeitamente natural, então se o senhor conduz há tantos anos deve, com certeza, estar muito cansado!)
16. Um carro invisível veio de não sei onde, bateu no meu carro e desapareceu.
(Mais um caso para Mulder e Scully.... ou então para os Alcoólicos Anónimos...)
17. O meu carro estava estacionado correctamente, quando foi bater de traseira no outro carro. eu bem digo que os parados são os piores.... eles andam aí!!! São três e andam aos pares!)
18. De regresso a casa, entrei com o meu carro na casa errada e bati numa árvore que não é minha.
(aqui não restam dúvidas....é caso para os Alcoólicos Anónimos!)
19. A camioneta bateu de traseira no meu pára-brisas, em cheio na cabeça da minha mulher.
(e só não foi na cabeça da sogra graças à nova campanha da DGV senão...)
20. Disse à policia que não me tinha magoado, mas quando tirei o chapéu percebi que tinha fracturado o crânio.
(estava agora a lembrar-me...pertenceria o tal tipo dos ziguezagues aos Alcoólicos Anónimos também???)

O Natal na baixa Lisboeta...2008

Rua Augusta
Estátua Humana

O Elevador...


Rua Aurea

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Dia Mundial da Sida lembra vírus que já infectou mais de 33 mil pessoas em Portugal ...


O Dia Mundial da Sida assinala-se hoje pela vigésima vez em todo o mundo, uma efeméride que visa lembrar uma infecção que já atingiu mais de 33 mil pessoas em Portugal desde 1983.

Este ano, o lema das comemorações é a liderança, numa referência à importância de envolver os líderes políticos no combate à sida e, nomeadamente, para que estes assumam os compromissos assumidos para 2010 de garantir o acesso universal à prevenção e ao tratamento.

Em Portugal, aproveita-se o dia para destacar o papel das Organizações Não-Governamentais, em especial na prestação de cuidados e apoio social às pessoas que vivem com a infecção.

Na cerimónia oficial, a decorrer no Auditório dos Recreios da Amadora, estará a ministra da Saúde e a Associação de Jovens Promotores da Amadora Saudável, uma entidade que completa 15 anos de actividade e que há dez desenvolve o projecto "Viver com o VIH".

Serão ainda colocadas telas alusivas ao Dia Mundial da Sida no Parlamento e em outros 1510 edifícios públicos de todo o país para recordar que a resposta à doença é um assunto que diz respeito a todos. Numa iniciativa conjunta dos Ministérios da Saúde e da Educação, será ainda lançado, na terça-feira, um concurso para premiar os melhores projectos de prevenção do VIH nas escolas. O concurso destina-se aos 2º e 3º ciclos do ensino básico e ao ensino secundário.

O Dia Mundial de Luta Contra a Sida surgiu durante um encontro mundial de ministros da Saúde sobre programas de prevenção da sida, em 1988.

Dá-se o nome de Restauração ao regresso de Portugal à sua completa independência em relação a Castela em 1640, depois de sessenta anos de regime de monarquia dualista (1580-1640) em que as coroas dos dois países couberam ambas a Filipe II, Filipe III e Filipe IV de Castela.


Nos anos imediatamente anteriores a 1640 começou a intensificar-se o descontentamento em relação ao regime dualista em parte dos membros da classe aristocrática, dos eclesiásticos (principalmente os jesuítas, que exploraram nesse sentido as crenças sebastianistas – e, em geral, «encobertistas») e acaso também entre os interessados no comércio com as províncias ultramarinas do Atlântico. (…)


A má administração do governo espanhol constituía uma grande causa de insatisfação dos Portugueses em relação à união com Castela. Dessa má administração provinha o agravamento dos impostos. (…)

A 6-VII-1628 era expedida a carta régia que, sem o voto das Cortes (por tradição, indispensável para que se criassem novos tributos), mandava levantar, por meio de empréstimo forçado, as quantias necessárias para a defesa, durante seis anos, de todos os lugares dos nossos domínios ameaçados pelos estrangeiros. A população mostrou logo a sua má vontade. (…) A tensão agravou-se quando o clero (cujos privilégios o isentavam de tais imposições) se viu também incluído na colecta geral. (…) Também no Ultramar surgiram protestos. (…)

Em 1635 era estendido a todo o reino o imposto do «real de água», bem como o aumento do das sisas.

Em 1634 confiava Olivares o governo de Portugal a uma prima co-irmã de Filipe IV, a princesa Margarida, viúva de Vicêncio Gonzaga, duque de Mântua. Ao mesmo tempo (fins de 1634) Miguel de Vasconcelos era transferido do seu posto de escrivão da Fazenda para as elevadíssimas funções de secretário de Estado, em Lisboa, junto da duquesa, cargo em que teve ensejo de desagradar muito aos Portugueses não partidários de Castela. (…)

Num escrito editado em 1641, sob o título Relação de tudo o que se passou na felice aclamação, declara-se que D. António de Mascarenhas «fora a Évora a amoestar aos cabeças daquela parcialidade que não desistissem do começado e que, para que a empresa tivesse bom sucesso, pedissem amparo à Casa de Bragança». Era no duque, com efeito, que se pensava para chefe da insurreição e futuro monarca de Portugal independente; mas ele não achava oportuno o momento para tão grande aventura, e tratou de dar provas públicas de que reprovava a ideia. É de notar, todavia, que aos incitamentos internos se acrescentava um exterior, provindo da França, (…) então em luta com a Espanha, [que] se empenhava em impelir Portugal e a Catalunha contra o governo de Madrid. (…)

Em 1638 tomou o conde-duque uma outra resolução que descontentou a nossa gente: a pretexto de os consultar sobre uma projectada reforma da administração do nosso País, convocou a Madrid grande número de fidalgos, e ordenou levas de tropas para servir nas guerras que a monarquia espanhola sustentava, sangrando assim Portugal das suas maiores forças. (…) O que veio dar mais impulso à ideia da independência foram as novas exigências do conde-duque.

Em Junho de 1640, com efeito, insurgia-se a Catalunha, e Olivares pensou em mandar portugueses a combater os catalães revoltados, ao mesmo tempo que se anunciavam novos impostos. (…) Aderiram à conjura o juiz do povo, os Vinte e Quatro dos mesteres e vários eclesiásticos, entre os quais o arcebispo de Lisboa, D. Rodrigo da Cunha. Deram também a sua colaboração o doutor Estêvão da Cunha, deputado do Santo Ofício, e D. António Telo. Em Outubro realizou-se uma reunião conspiratória no jardim do palácio de D. Antão de Almada, a S. Domingos, em Lisboa. Assistiram, além dele, D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo, Jorge de Melo, Pêro de Mendonça e João Pinto Ribeiro. (…) Teve também influxo na resolução a mulher do futuro Monarca, D. Luísa de Gusmão. (…) Chegado a Lisboa a 21-XI-1640, João Pinto Ribeiro convocou os conspiradores para uma reunião num palácio que o duque tinha em Lisboa e onde ele, João Pinto, residia. Decidiu-se estudar em pormenor o plano do levantamento, amiudando-se as reuniões. Por fim, marcou-se o momento de sublevação: 9 horas da manhã de sábado, 1.º de Dezembro.

Na noite de 28 para 29 surgiram complicações, por haver quem julgasse que eram poucos os conjurados; mas João Pinto Ribeiro, a quem quiseram encarregar de transmitir ao duque o intuito de se adiar, opôs-se tenazmente a tal ideia, numa discussão que se prolongou até as 3 horas da manhã. (…)

O dia 1.º de Dezembro amanheceu de atmosfera clara e muito serena. Tinham-se os conjurados confessado e comungado, e alguns deles fizeram testamento. Antes das 9 horas foram convergindo para o Terreiro do Paço os fidalgos e os populares que o padre Nicolau da Maia aliciara. Soadas as nove horas, dirigiram-se os fidalgos para a escadaria e subiram por ela a toda a pressa. Um grupo especial, composto por Jorge de Melo, Estêvão da Cunha, António de Melo, padre Nicolau da Maia e alguns populares, tinha por objectivo assaltar o forte contíguo ao palácio e dominar a guarnição castelhana, apenas os que deveriam investir no paço iniciassem o seu ataque. Estes rapidamente venceram a resistência dos alabardeiros que acudiram ao perigo e D. Miguel de Almeida assomou a uma varanda de onde falou ao povo.


Estava restaurada a independência…
PS: Dizem os entendidos, que apesar de tudo o que escrevi atrás e do "saque" que os espanhóis fizeram ao nosso património e à nossa riqueza, foi nesse periodo em que fomos governados por eles que a economia portuguesa mais cresceu e expandiu...! Amigos olhem agora...estamos na mesma a "saque" e cada vez mais nos enterramos...eu até já costumo dizer em jeito de graça "roube quem puder"...ehehehehe...
Bom domingo amigos...

domingo, 30 de novembro de 2008

30 de Novembro de 1935 - Morreu Fernando Pessoa


Num documento de 14-04-1914, Fernando Pessoa prova o amor constante pela quadra popular.


"A quadra é o vaso de flores que o Povo põe à janela da sua Alma. Quem faz quadras portuguesas, comunga a alma do povo"


"Deus quer, o homem sonha, a obra nasce"


Num artigo inédito de 1935, o poeta definiu:


"Ser intensamente patriótico é primeiro valorizar em nós o indivíduo que somos, e fazer o possivél por que se valorizem os nossos compatriotas, para que assim a Nação, que é a suam viva dos indivíduos que a compõem, possa orgulhar-se de nós, que, porqie ela nos criou, somos seus filhos, e seus pais, porque a vamos criando"


"Quem te sagrou criou-te português.

Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.

Senhor, falta cumprir-se Portugal!"


In Mensagem de Fernando Pessoa

domingo, 16 de novembro de 2008

Do Arquivo Nacional da Torre do Tombo...

SENTENÇA PROFERIDA EM 1487 NO PROCESSO CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO·

(Autos arquivados na Torre do Tombo, Armário 5, Maço7)

'Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de sessenta e dois anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou, sendo acusado de ter dormido com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete filhas e trinta e sete filhos; de cinco irmãs teve dezoito filhas; de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas; de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas; de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas; dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas, da própria mãe teve dois filhos. Total: duzentos e noventa e nove, sendo duzentos e catorze do sexo feminino e oitenta e cinco do sexo masculino, tendo concebido em cinquenta e três mulheres'.
Agora vem o melhor:

'El-Rei D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos dezassete dias do mês de Março de 1487, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta, tão despovoada ao tempo, e guardar no Real Arquivo esta sentença, devassa e mais papéis que formaram o processo'.
E NÃO HAVIA VIAGRA...ehehehehe...



Salto Paraquedas...

Absolutamente fascinante...

domingo, 9 de novembro de 2008

Morreu antigo matador de toiros Joaquim Marques...

O matador de toiros português retirado, Joaquim Marques, de 80 anos, faleceu na madrugada de terça-feira, em Sesimbra, após doença prolongada. Joaquim Casimiro Marques nasceu em Coruche, a 2 de Maio de 1928 e tomou a alternativa de matador de toiros na cidade mexicana de León, a 13 de Março de 1955. A alternativa foi concedida pelo português Diamantino Vizeu, com o testemunho do mexicano Luís Solano, tendo lidado toiros de Alberto Contreras.
A 1 de Abril de 1956 confirmou a alternativa em Madrid (Las Ventas) das mãos do espanhol Victoriano Posada, acto que foi testemunhado por Manolo Chacarte figurando no cartaz a ganadaria de Perez Angoso.
Joaquim Marques era irmão do bandarilheiro Jorge Marques, também já falecido. O matador teve uma carreira curta, que durou até final da década de cinquenta, tendo-se radicado em Angola, de onde regressou na sequência da descolonização´.
Os meus sentidos pesames à familia enlutada...que a sua alma descanse em paz.

Comemorações dos 50 anos de Inauguração da Igreja Matriz S.João Baptista (1958-2008)

Na noite fria de 8 de Novembro, naquele espaço de culto bonito e amplo, prestes a comemorar 50 anos da sua inauguração, assisti a momentos de bela e rara beleza musical, pena não serem mais os assistentes a tão belo espectáculo que nos foi oferecido pela sociedade Instrução Coruchense e pelo Coro do Município de Benavente, numa organização da Parócia de Coruche. Foram executadas obras de Claudio Monteverdi, Tomaso Albinini, Maurice Ravel, M.Moussorgky e por último L.V.Beethoven, pela SIC a solo e também em simbiose com o Coro de Benavente.
Posso definir apenas numa palavra o que escutei neste Sábado á noite: SUBLIME...
Parabens á Sociedade Instrução Coruchense, na pessoa do jovem maestro Carlos Silva que muito tem feito apesar do seu pouco tempo de actividade como responsavél pela mesma sendo notorio o crescimento e qualidade musical dos seus músicos, parabens também para estes, muito jovens por sinal.
Tenho a certeza que assim vale a pena continuar esta ininterrupta actividade e fazer juz aos seus 112 anos de existência.
Não podia deixar de dar também os parabens ao Coro do Município de Benavente pela sua actuação...poucos anos de vida mas um futuro promissor...!

“A GAZETA DE CORUCHE” 03 de Setembro de 1911 Ano: 1 nº 1

Banda da Sociedade Instrucção Coruchense

Novamente reorganizada, tomou parte nas festas do Castello a banda da Sociedade Instrucção Coruchense, o que nos faz crer que não é ainda desta vez que ella desaparece. Satisfeitos com tal resolução, não podemos deixar de felicitar a nossa direcção, bem como todos os executantes por não quererem deixar morrer uma sociedade que, além de instructiva, é de grande utilidade para o concelho. Assim ao novo regente, sr. Oliveira, também endereçamos as nossas felicitações pela maneira como, em tão pouco tempo, conseguiu ensaiar a banda de forma a tocar no coreto, não com uma inexcedível perfeição, mas podendo ouvir-se com agrado em alguns números de musica.

(Que bom ler isto 97 anos depois...a SIC ja ultrapassou em muito os 100 anos)

Parabens á Paróquia de Coruche por esta iniciativa no âmbito das comemorações dos 50 anos da Inauguração da Igreja Matriz, parabens também pela edição da broxura explicativa 50º Aniversário 1958-2008.

Em minha opinião, integrado ou não em comemorações...será um evento a repetir...! Um pequeno á parte achei falta dos nossos responsáveis políticos...

Urgência de Coruche esteve uma noite fechada por falta de médico...

O Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Coruche esteve fechado na noite de dia 3 e madrugada de dia 4 devido à falta do médico que ali deveria prestar serviço. Um utente que lá se deslocou cerca das 22h30, com a cabeça partida, não teve ninguém para o atender. Foi obrigado a deslocar-se até ao Hospital de Santarém, numa viagem de 45 quilómetros para cada lado, para fazer um simples curativo.
O atendimento no SAP, entre as 20h00 e as 08h00, é garantido através de uma empresa contratada para o efeito pela Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo. Só que o médico destacado faltou ao serviço logo no primeiro dia em que deveria exercer no SAP do Centro de Saúde Coruche.
A empresa Policotovia já foi notificada pela ARS que se a situação voltar a acontecer poderá originar a cessação do acordo em vigor, informou fonte da ARS.
No distrito de Santarém, para além do SAP de Coruche há empresas privadas a prestar cuidados nos centros de saúde de Benavente (Policotovia), Rio Maior e Ourém (em ambas a Medicisforma). Os contratos são anuais e resultam da abertura de concursos públicos.
Imaginemos só que nessa noite acontecia um acidente grave, com alguns feridos graves, o que alguem se apresentasse no SAP em estado grave? será que resistiria ate Santarém? de quem seria a culpa da morte se ela viesse a acontecer? Morreria solteira...como nos restantes casos...!

Rancho Folclórico “Malmequeres do Sorraia”...

A Câmara Municipal vai avançar com um contrato de comodato com a Associação do Rancho Folclórico “Malmequeres do Sorraia” para que a colectividade possa ocupar as instalações desactivadas da antiga escola primária dos Foros de Lagoíços, na freguesia do Couço.
A iniciativa partiu da associação do rancho que pretende dar uso àquele espaço, dado que actualmente tem se suportar o aluguer de uma sede Couço. A escola está devoluta e tem apenas servido como mesa de voto em eleições e assim irá também continuar. Para se fazer o contrato de comodato a assembleia municipal tem de desafectar a escola do domínio público.
A Junta de Freguesia do Couço e alguns populares pretendiam fazer da antiga escola uma casa mortuária que servisse os Lagoíços, mas a Câmara entende que não se justifica.
Para o presidente Dionísio Mendes o número de habitantes e de óbitos nos Foros dos Lagoíços não justifica a construção de uma casa mortuária, quando o Couço tem uma e fica acerca de dois quilómetros. “É um movimento que se justifica por parte das colectividade que necessitam de um espaço e uma sede. E aproveitamos os edifícios devolutos que passam a ter funções a actividades”, referiu o autarca.
Concordo plenamente...